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EDUCAÇÃO DE SUPERDOTADOS: TEORIA E PRÁTICA
Autor: Maria Clara Sodré S. Gama, Ed.D
Isbn: 978-85-12-30820-3
Formato: 15.5 x 21.5 cm
Páginas: 176
A educação no Brasil passa por um momento de grandes questionamentos sobretudo quando se analisam os erros e os acertos do país, na entrada do século XXI. Hoje a grande maioria das crianças e jovens está nas escolas, porém nem todos aprendem. Como ensinar? O que ensinar? Na verdade, sabe-se que o que se ensina não é apropriado ou suficiente para a grande maioria dos alunos. Dentre estes, o grupo de alunos que tem mais potencial para aprender do que seus pares é o foco deste livro.
Como atender à demanda de alunos que aprendem em muito menor tempo do que seus pares? Que se interessam por conteúdos que não são tipicamente oferecidos nas escolas? Que têm sede de aprender e de produzir? Educação de Superdotados: Teoria e Prática vem responder a essas e a outras perguntas. Doutora em educação de superdotados pela Universidade de Columbia, Maria Clara Sodré trabalha há 15 anos com crianças e jovens superdotados, dentro e fora das escolas. Neste seu primeiro livro, apresenta uma base teórica sobre a qual são examinados os processos de desenvolvimento, as características e as alternativas para a educação de crianças e jovens superdotados; apresenta também relatos de experiências desenvolvidas por suas colaboradoras.
Trata-se certamente de obra que muito auxiliará educadores que se dispõem a identificar alunos superdotados e a atendê-los, educacionalmente, em todas as suas idiossincrasias, curiosidades e habilidades. Através de programas educacionais diferenciados, os alunos superdotados poderão alcançar o desenvolvimento cognitivo que o seu potencial permite e, com o tempo, se envolver em atividades produtivas e buscar soluções criativas para enfrentar os principais desafios da humanidade.
Sumário: PRIMEIRA PARTE. CAPÍTULO I. A Educação dos mais capazes: Uma introdução. Referências Bibliográficas.SEGUNDA PARTE. CAPÍTULO II . Histórico da educação dos mais capazes. No mundo. No Brasil. Referências Bibliográficas. CAPÍTULO III. Concepções e definições que dão base ao trabalho. O que é inteligência? Howard Gardner e a Teoria das Inteligências Múltiplas. Robert Sternberg e a Teoria Triárquica de Inteligência Humana. Superdotação: o que vem a ser, afinal? Os diferentes aspectos da criatividade. Processo criativo. Pessoa criativa. Produto criativo. Campos ou contextos criativos. Referências Bibliográficas. TERCEIRA PARTE. CAPÍTULO IV. Identificação de crianças e jovens superdotados. Precocidade. Relatos de casos. Avaliação. Talento. Relatos de casos. Avaliação. Pensamento Divergente — Crítico e inativo. Pensamento Crítico. Pensamento Criativo. Relato de casos. Avaliação. Dedicação obstinada à tarefa. Relato de casos. Avaliação. Referências Bibliográficas. CAPÍTULO V. Planejamento educacional para alunos superdotados. Bases para o desenvolvimento de programas para superdotados. Princípios que orientam o desenvolvimento de currículos para superdotados. Elementos do currículo diferenciado para superdotados. Conteúdos. Processos. Produtos. Ambiente de aprendizagem . Modelo para o desenvolvimento de currículos para alunos superdotados na Educação Infantil. Avaliação da cultura. Planejamento do Conteúdo. Planejamento dos processos. Planejamento do ambiente de aprendizagem. Planejamento das avaliações. Modelo para o desenvolvimento de currículos para alunos superdotados no Ensino Fundamental. Avaliação da cultura. Análise do currículo regular e planejamento do conteúdo. Planejamento dos processos. Programação do ambiente de aprendizagem. Referências Bibliográficas. CAPÍTULO VI. O desenvolvimento moral de alunos superdotados. Desenvolvimento moral. Superdotados. Decorrências educacionais nas atuações com alunos superdotados. Estabelecimento de uma comunidade baseada na democracia e na justiça. Extensão da responsabilidade. Estímulo à responsabilidade coletiva e criação de clima de confiança. Desenvolvimento do nível moral do grupo como grupo. Estímulo às decisões e condutas morais individuais. Referências Bibliográficas. QUARTA PARTE. CAPÍTULO VII. Oficinas Especializadas. Oficina de Mecanismo e Construções. Exemplo de atividade introdutória. Exemplo de atividade centrada em Estrutura e Força. Conceitos adquiridos. Oficina de experimentos. Atividade - O que é o ar? Como é composto? Procedimentos. Variações. Momento de Criação. Atividade — Por que a água do mar é salgada? Por que alguns líquidos se misturam e outros não? Procedimento. Variações. Momento de Criação. Conclusão. Bibliografia Sugerida para as Oficinas . Referências Bibliográficas. CAPÍTULO VIII. Atendimento a alunos superdotados na escola. Atendimento a pré-escolares precoces em sala de recursos. Processo de seleção. Atendimento em Sala de Recursos. Atendimento em Sala de Recursos a alunos superdotados de 5a. e 6a. séries do Ensino Fundamental. Desenvolvimento do trabalho. Construindo uma idéia — Grupo de 5a série. Estratégias de ação estabelecidas pelo grupo. Tabela de Classificação. Hipóteses levantadas e
\"feedback\" à escola. Algumas considerações. Grupo de 6a Série. Considerações finais. Um momento final de reflexão. Referências Bibliográficas.
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